terça-feira, 26 de novembro de 2013

Seleção russa de futebol de praia revela conspiração judicial

Seleção russa de futebol de praia revela conspiração judicial

Ilia Leonov
O capitão da seleção russa de futebol de praia Ilia Leonov declarou, que os juízes e os organizadores da Copa Intercontinental fizeram tudo para que os russos não ganhassem o torneio.
O Copa Intercontinental foi realizado nos Emirados Árabes Unidos de 19 a 23 de novembro.
De acordo com Leonov, antes da competição, os organizadores deixaram claro que os jogadores russos não passariam longe do torneio em grupo. Leonov disse que em quatro dos cinco jogos do torneio, os russos sofreram da arbitragem tendenciosa. No entanto, eles conseguiram chegar à final e conquistar o segundo lugar.
Leonov declarou, respondendo à questão sobre o que causou tal atitude em relação à Rússia, que o mundo está cansado das constantes vitórias dos russos.

Postado Por:Lucas

Eleições na Rússia: Putin resiste a protestos e vence disputa

Privados da possibilidade de queixar-se a Putin

O Turcomenistão bloqueou o acesso ao site Letters.kremlin.ru, através do qual qualquer um podia enviar queixas e sugestões ao presidente russo, Vladimir Putin, relata o jornal Kronika Turkmenistana (Crônicas do Turcomenistão).

No Turcomenistão, este recurso foi usado principalmente por aqueles que têm dupla cidadania (turcomena e russa) e, portanto, enfrentam dificuldades devido às ações das autoridades do Turcomenistão. As últimas estão obrigando essas pessoas a deixar o país ou a renunciar à cidadania russa.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_11_26/Turcomenos-sao-privados-da-possibilidade-de-queixar-se-a-Putin-2816/

vladimir putin, presidente, rússia

Postado Por:Leonardo

Cerca de 40% dos russos consideram que o país não precisa de Parlamento



O número de cidadãos da Rússia segundo os quais a vida do país poderia ser organizada sem o Parlamento, aumentou em dois anos para 43%. 
duma de estado, rússia

Em 2011, essa era a opinião de apenas 32% dos cidadãos, em conformidade com os resultados dum inquérito promovido pelo centro Levada publicados hoje.
Somente 41% dos consultados disseram que se interessam pela atividade dos deputados. Em 2011, o número de tais pessoas era de 52%.
Apenas 16% dos entrevistados qualificaram a atividade dos deputados como positiva, enquanto que em 2011 uma em cada cinco pessoas estava satisfeita com seu trabalho.
Publicado Por:Lucas

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_11_26/Cerca-de-40-dos-russos-consideram-que-o-pais-nao-precisa-de-Duma-de-Estado-1983/


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Acidente aéreo em Kazan: encontrados corpos de 50 pesssoas

Os corpos das 50 pessoas mortas no acidente aéreo no aeroporto de Kazan já foram encontrados. Todos eles serão enviados para peritagem médica e identificação. Na pista, estão sendo retirados os destroços do avião.

 Avião de passageiros Boeing explode na Rússia: 50 mortos
O Comitê de Investigação da Rússia enviará proximamente a Kazan um grupo de criminalistas experientes. Na segunda-feira, irá a Kazan também o chefe dessa entidade, Alexander Bastrykin.
O ministro dos Transportes, Maxim Sokolov, chefe da comissão governamental, também se deslocará ao local do acidente.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_11_17/Encontraram-corpos-de-50-mortos-no-acidente-a-reo-em-Kazan-6162/

No acidente aéreo em Kazan não há sobreviventes

O aeroporto de Kazan, onde hoje um Boeing-737 com 44 passageiros e 6 tripulantes a bordo se despenhou, foi fechado para as operações.

Avião de passageiros Boeing explode na Rússia: 50 mortos
Segundo se informa, o aparelho colidiu com a pista ao aterrissar. A colisão provocou a explosão dos tanques de combustível. Todas as pessoas a bordo do aparelho faleceram.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, encarregou o governo de formar com urgência uma comissão de investigação das causas do acidente. A principal versão preliminar da catástrofe é um erro da tripulação.

Criador do lendário AK-47 hospitalizado nos cuidados intensivos

Mikhail Kalashnikov, renomado designer russo de armas de pequeno porte, foi hospitalizado devido a problemas de saúde. Ele está internado na unidade de terapia intensiva do centro cardiológico local da república russa da Udmúrtia.

 Atualmente, estão sendo efetuados testes de diagnóstico e o tratamento necessário, segundo relatou hoje o serviço de imprensa do presidente da Udmúrtia.
Mikhail Kalashnikov nasceu em 10 de novembro de 1919. O famoso fuzil de assalto foi projetado por ele em 1947. Desde então, mais de 70 milhões de unidades de todas as modificações do fuzil foram produzidos no mundo inteiro.

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_11_18/Criador-do-lend-rio-AK-47-hospitalizado-nos-cuidados-intensivos-3930/

Sobe para 7 número de mortos no ataque terrorista em Volgogrado


Uma mulher nascida em 1954 tornou-se a sétima vítima de uma explosão em Volgogrado, ela não suportou os ferimentos no peito, divulgou o Ministério da Saúde da região de Volgogrado.

Anteriormente, ela tinha sido transportada de um hospital em Volgogrado para Moscou.
Em Volgogrado, encontram-se duas vítimas da explosão em estado de gravidade moderada, em Moscou – três pacientes em estado grave.
Em 21 de outubro, uma mulher-bomba se explodiu em um ônibus em Volgogrado. O incidente feriu mais de 30 pessoas, incluindo 12 menores.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_11_18/Sobe-para-7-numero-de-mortos-em-ataque-terrorista-em-Volgogrado-8919/

Museu da União Soviética abre em Ulianovsk

Na cidade de Ulianovsk, região do rio Volga, foi apresentado novo projeto nacional – o cluster da exposição "Museu da União Soviética". O principal objeto será o museu local de Lenin, que pertencia ao número de cinco museus mais visitados da União Soviética. É sabido que Vladimir Lenin tinha nascido precisamente nesta cidade. Além disso, o complexo vai incluir mais cinqüenta exposições.

Como se sabe, um museu não é apenas um conjunto de objetos, expostos numa certa área. Sempre deve existir uma idéia, um intento, uma concepção do museu. O cluster "Museu da União Soviética" não constitui exceção neste plano, - afirma o politólogo Viktor Kuvaldin.
"Todo o século XX decorreu no nosso país sob o signo da União Soviética. E não somente no nosso país – esta foi uma divisa para o mundo inteiro. De um modo geral, esta deve ser uma conversa muito séria sobre o século XX, sobre o nosso país, pois vivemos duas catástrofes nacionais – em 1917 e em 1991. Ao mesmo tempo, esta deve ser uma conversa reverente, pois a gente vivia não somente na União Soviética, ela trabalhava, acreditava, depositava esperanças nisso. Aí deve estar presente toda a verdade. Não somente as repressões stalinistas mas também as realizações. Foi precisamente a União Soviética e não algum outro país que ganhou a guerra e foi também ela a primeira a penetrar no espaço cósmico."
É preciso adotar um enfoque objetivo em relação à história da União Soviética, é preciso mostrá-la como uma experiência história única. O vice-presidente da Associação Russa da Indústria de Turismo Yuri Barzikin aponta:
"Esta deve ser a apresentação dos fatos e dos testemunhos objetivos precisamente daquele período. É preciso evitar que aí prepondere a ideologia, é preciso que a pessoa possa, ela própria, formar o seu juízo na base do visto."
Atualmente, os museus ligados ao passado do comunismo, foram criados também nos antigos países socialistas. Algumas destas exposições são bastante interessantes. Todavia, é pouco provável que a experiência estrangeira de criação de semelhantes museus seja admissível pois em muitos deles predomina o motivo de acusação, - ressalta Yuri Barzikin.
"Lá tudo isso é apresentado, certamente, não como época de genocídio mas como época de esmagamento de liberdades. Mas para nós esta é história dos nossos antepassados, sem a qual é difícil de compreender, o que se passa agora e o que será depois."
De acordo com o intento dos organizadores, o complexo museico, cuja abertura foi marcada para o ano de 2017, deve atrair para esta cidade milhares de turistas russos e estrangeiros e assegurar o afluxo de importantes investimentos estrangeiros.
O famoso teatro Vakhtangov, de Moscou, acaba de apresentar mais uma estreia - é a tragédia "Othello" de Shakespeare, mas narrada agora com ajuda da linguagem plástica.
"Othello" já é terceiro espetáculo no palco do teatro Vakhtangov apresentado dentro do gênero de drama plástico. O primeiro, há cinco anos, foi a "Costa das Mulheres", - uma variação sobre o tema "a mulher e a guerra" com canções de Marlene Dietrich; a seguir veio o espetáculo "Anna Karenina", baseado no romance de Lev Tolstoi, com acompanhamento musical da autoria de Alfred Schnittke. E agora, "Othello" com a música de compositores modernos.
O espetáculo "Costa das Mulheres" suscitou repercussões contraditórias, em compensação o "Anna Karenina" teve êxito na Rússia e no estrangeiro. Por exemplo, ele foi aplaudido em Cuba. Esperava-se que a encenação desta peça de Shakespeare tivesse efeito idêntico – e as esperanças justificaram-se: o espetáculo resultou íntegro, apaixonado e perfeitamente compreensível mesmo para os espectadores que já esqueceram os pormenores da história trágica do ciumento Othello que tinha assassinado a sua esposa amada Desdêmona. A encenação de todos os três espetáculos esteve a cargo da coreógrafa lituana Angelika Kholina. Na sua entrevista à Voz da Rússia ela revelou a razão que a fez encenar precisamente esta tragédia de Shakespeare.
"Escolho a peça não de acordo com a sua envergadura ou a sua popularidade, mas de acordo com o apelo do coração. Ponho em cena somente aquilo que sinto. Eu, própria, compreendo muito bem, o que é o sentimento de ciúme e o quanto ele é destruidor para a pessoa humana. Era interessante analisar este processo, - como o ciume destrói a pessoa humana e o seu cerco... É um laboratório da alma humana."
A linguagem plástica do espetáculo é complicada: é uma combinação da acrobacia, de elementos de coreografia clássica e do modernismo. "Ensaiamos durante meio-ano e eu não acreditava até o fim que iria dançar a parte de Othello", confessou o ator Grigori Antipenko, intérprete do papel principal. Mas agora ele está convencido de que os teatros de drama simplesmente necessitam de semelhantes "experiências coreográficas":
"Esta fusão de coreografia e de arte dramática não é nada simples. Mas creio que qualquer teatro necessita desta "vacinação coreográfica", isto estimula a trupe fá-la acreditar em si, nas suas forças."
Portanto, "Anna Kareina", "Othello"... Tem-se a impressão de que os atores do teatro Vakhtangov gostaram da experiência e acrescentaram ao domínio profissional do verbo o domínio profissional do corpo. É possível que a série de espetáculos dentro do gênero de drama plástico seja continuada?
E agora, queriam ouvir um fragmento da famosa ópera de Giuseppe Verdi "Othello". Neste ano o mundo de música comemora o segundo centenário de nascimento do grande compositor.
Uma jovem esbelta fixa o olhar na vastidão do mar: ela aperta com a mão esquerda contra o peito um maço de cartas do seu bem-amado, na sua mão direita está o lenço que acaba de tirar da cabeça. Tal é o aspecto do monumento à heroína da canção russa mundialmente famosa "Katyusha". O monumento foi inaugurado em Vladivostok e logo desde o primeiro dia tornou-se uma atração turística da maior cidade portuária no litoral leste da Rússia.
O monumento a Katyusha, – uma obra de bronze, de três metros de altura, – foi instalado na margem alta da enseada Zolotoi Rog. O local da sua instalação não foi escolhido ao acaso, pois como se diz na famosa canção, "Katyusha vinha à margem alta e escarpada". Falando a propósito, precisamente esta circunstância complicava o trabalho do escultor peterburguense Konstantin Novikov, o autor do monumento.
"A situação era bastante complicada no plano arquitetônico: a escultura deve ter bom aspecto a partir de todos os pontos de vista. Portanto, quem vem do mar a bordo de um navio ou iate, deve ver uma silhueta clara de uma jovem avançando na sua direção. E quem sobe a margem, vê uma figura que como que avança para ele. Portanto, a escultura deve estar aberta a partir de todos os pontos de vista."
A inauguração do monumento a Katyusha foi sincronizada com os 75 anos da publicação desta canção. Ela foi interpretada pela primeira vez em 27 de novembro de 1938 em Moscou, e os seus primeiros ouvintes foram os oficiais do Exército Vermelho, participantes dos combates junto do lago Khasan. Em agosto de 1938 toda a imprensa soviética comentava estes combates e a canção "Katyusha", em que os seus autores, - o poeta Mikhail Isakovsky e o compositor Matvei Blanter, - contam o amor de uma moça simples e de um soldado "que serve numa fronteira longínqua", - foi dedicada precisamente a este evento. Os habitantes de Vladivostok estão certos de que esta jovem não é uma personagem fictícia. Mais do que isso: ela é sua conterrânea, o que é confirmado pelos jornais de 1938. Nos artigos daquela época diz-se que Ekaterina Alexeeva, natural de Vladivostok e mulher de um guarda-fronteira, participou dos combates junto do lago Khasan e foi condecorada pela coragem com a ordem de Estrela Vermelha.
"Não se sabe ao certo se foi esta a Katyusha ou alguma outra", - comenta o membro da Associação Geográfica Russa Serguei Kornilov.
"Existem numerosas versões. Acontece que na cidade de Ryazan foi encontrada uma Katyusha local e na cidade de Saratov, uma outra. Uma das versões mais comuns diz que a personagem desta canção é Ekaterina Eremenko, natural da região de Kuban."
Katyusha virou realmente uma lenda e nem tanto na década de 30, quanto na década de 40, durante a Segunda Guerra Mundial. Esta canção de combate era tão querida que o seu nome foi dado a sistemas de fogo simultâneo e estas "Katyuchas" passaram a ser chamadas a "arma da vitória". Hoje a canção "Katyucha" soa no mundo inteiro, ela foi traduzida para muitas línguas e, como é natural, para o espanhol. E nós vamos transmiti-lá na interpretação de Felix Zarikatti, cantor russo de música ligeira.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2013_11_20/museu-da-uniao-sovietica-abre-em-ulianovsk-0300/

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Exportações de grãos da Rússia crescem 8,5% no acumulado


Moscou, 05 - As exportações de grãos da Rússia nos primeiros quatro meses do ano comercial 2013/14 totalizaram 11,177 milhões de toneladas, um aumento de 8,5% ante igual período do ciclo anterior, revelou o serviço federal de estatísticas nesta terça-feira.
No atual ano comercial, que se estende de julho de 2013 a junho de 2014, a Rússia deve exportar entre 18 milhões a 20 milhões de toneladas de grãos, de acordo com estimativa do ministério da Agricultura do país. Em 2012/13, os embarques de grãos ao exterior caíram para 15,69 milhões de toneladas, ante 27,2 milhões de toneladas no ciclo anterior.
Ainda de acordo com o governo russo, a colheita de grãos doméstica deve alcançar 88 a 90 milhões de toneladas este ano, superando as 71,8 milhões de toneladas de 2012, quando as lavouras foram danificadas pela seca.

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